sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Joana.

Quis-te. Com todas as forças com que a alma e o corpo nos movem. Tanto.
Quis sentir nasceres-me. Estou a viver-te solitariamente. Interiormente.
És muito mais minha do que de qualquer pessoa. Porque te quero mais que ninguém.
Mas tento viver-te por completo. Por ser a última vez.
Não sei que mãe te vou ser. Que mulher serei quando te parir.
Mas sei que te quero muito. Que te amo tanto.
E que te quero aqui. Para fazer o meu melhor e ver-te crescer bem. Feliz.

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